(Source: husssel, via ririyuuuh)
myenchantedplace:
My favorites YA’s protagonists
“Escreva o tipo de história que você gostaria de ler. As pessoas vão te dar todos os tipos de dicas de escrever, mas se você não escrever algo que você gosta, ninguém mais vai gostar.
“Aqui jaz Hector “Jesse” De Silva, 1830-1850, Irmão, Filho e Amigo Amado.
Jesse ergueu os olhos e eu fui para perto. Sem palavras ele estendeu a mão por cima da lápide. Eu cruzei os dedos com os dele.
- Desculpe - disse ele, com o olhar mais escuro e opaco do que nunca. - Por tudo.
Dei de ombros, mantendo o olhar na terra em volta de sua lápide.
- Entendo, acho. - Mas não entendia. - Quero dizer, você não pode evitar se… não sente o mesmo que eu sinto por você.
Não sei o que me fez dizer isso. No minuto em que as palavras saíram da minha boca, desejei que o túmulo abaixo de nós se abrisse e me engolisse também.
Então você pode imaginar minha surpresa quando Jesse perguntou, numa voz que eu mal reconheci como sua, de tão cheia de emoção represada:
- É isso que você acha? Que eu queria ir embora?
- Não queria? - Encarei-o, completamente pasma. Estava me esforçando muito para ficar friamente distanciada da coisa toda, já que tinha tido o orgulho pisoteado. Mesmo assim meu coração, que eu poderia ter jurado que havia se encolhido e explodido há um ou dois dias, subitamente voltou trêmulo a vida, mesmo eu o alertando para não fazer isso.
- Como eu poderia ficar? – perguntou Jesse. - Depois do que aconteceu entre nós, Suzannah, como eu poderia ficar?
Eu realmente não tinha a menor idéia do que ele estava falando.
- O que aconteceu entre nós? O que você quer dizer?
- Aquele beijo. - Ele soltou minha mão, tão subitamente que eu cambaleei.
Mas não me importei. Não me importei porque ia começando a pensar que alguma coisa maravilhosa estava acontecendo. Uma coisa gloriosa. Pensei nisso ainda mais quando vi Jesse levantar uma das mãos e passar os dedos pelos cabelos, e vi que eles estavam tremendo. Os dedos, quero dizer. Por que os dedos dele estariam tremendo assim?
- Como eu poderia ficar? - perguntou Jesse. - O padre Dominic estava certo. Você precisa estar com alguém que sua família e seus amigos possam ver. Precisa de alguém com quem você possa envelhecer. Precisa de alguém vivo.
De repente tudo estava começando a fazer sentido. Aquelas semanas de silêncio incômodo entre nós. O distanciamento de Jesse. Não era porque ele não me amasse. Não era porque não me amasse, de jeito nenhum.
Balancei a cabeça. Meu sangue, que eu tinha começado a suspeitar de que havia se congelado nas veias nos últimos dias, pareceu subitamente correr de novo. Esperei não estar cometendo outro erro. Esperei que isso não fosse um sonho do qual acordaria logo.
- Jesse - falei, bêbada de felicidade. - Eu não me importo com nada disso. Aquele beijo… aquele beijo foi a melhor coisa que já me aconteceu.
Eu estava simplesmente declarando um fato. Só isso. Um fato que eu tinha certeza de que ele já conhecia.
Mas acho que foi surpresa para ele, porque a próxima coisa que percebi foi que Jesse tinha me puxado para os seus braços e estava me beijando de novo.
E foi como se o mundo que nas últimas semanas tinha estado fora do eixo subitamente se ajeitasse. Eu estava nos braços de Jesse e ele estava me beijando e tudo estava bem. Mais do que bem. Tudo estava perfeito. Porque ele me amava.
E sim, certo, talvez isso significasse que ele precisava se mudar de casa… e sim, havia toda a coisa do Paul. Eu ainda não tinha certeza do que faria a respeito.
Mas qual era a importância de tudo isso? Ele me amava! E dessa vez, quando me beijou, ninguém interrompeu.
peetaslongbun:
peetaslongbun:
I’ll eat a picture of Josh if this gets to 100k notes.
AM I GOING TO HAVE TO FIND A PICTURE SOON?!? Fuck.
OMFG!
(via goonforever)
smoshyygoodness:
Anthony Padilla “:D” appreciation post